Um homem, conhecido por Beto, foi a público em suas redes sociais, relatar insatisfação com o atendimento recebido na Casa da Mulher, no municipio de Monsenhor Tabosa, apontando conduta inadequada por parte da diretora durante um episódio ocorrido no local.
De acordo com o relato, ele acompanhava a esposa, que possui deficiência auditiva, com o objetivo de auxiliá-la em uma demanda relacionada à pensão alimentícia da filha. Segundo ele, sua presença se dava como apoio necessário para a comunicação, considerando a limitação enfrentada pela companheira.
Ainda conforme as informações apresentadas, durante o atendimento, o homem teria sido solicitado a se retirar do espaço. Ele afirma que foi tratado de forma desrespeitosa, sendo chamado de “indivíduo” e acusado de estar invadindo um espaço feminino, sem que fosse considerada sua função de acompanhante e suporte à esposa.
O relato também destaca que a situação gerou constrangimento, especialmente diante da necessidade de garantir acessibilidade à mulher com deficiência auditiva em um ambiente público de atendimento.
Ao se manifestar, Beto, afirmou que considera inadequada a postura adotada, ressaltando que serviços públicos voltados ao acolhimento devem prezar pela empatia, inclusão e respeito, principalmente em casos que envolvem pessoas com deficiência e seus acompanhantes.
Ele defende que a atuação em espaços como a Casa da Mulher deve observar princípios de acessibilidade e atendimento humanizado, de modo a não restringir o apoio necessário a quem busca atendimento, especialmente em situações que envolvem direitos familiares e assistência social.
👨🏽💻 Redação
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