
Segundo Edna, os primeiros sinais surgiram ainda na primeira infância. Com um ano e meio de idade, Thiago recebeu o diagnóstico inicial de atraso no desenvolvimento global. Aos dois anos, após avaliações, foi confirmado o diagnóstico de TEA. Desde então, a família passou a buscar alternativas e acompanhamentos voltados ao desenvolvimento da criança.

Ela relata que a rotina tem sido marcada por acompanhamento contínuo e pela busca de estratégias que contribuam para a evolução de Thiago em diferentes áreas. De acordo com Edna, o processo envolve desafios diários relacionados ao comportamento, aprendizado e bem-estar do filho.
Recentemente, Thiago iniciou acompanhamento com a terapia REAC. Edna informou que decidiu buscar o tratamento com expectativa de observar avanços no quadro do filho. Segundo o relato, desde as primeiras sessões já foram percebidas mudanças, especialmente na redução da agitação e na melhoria do sono. Ela afirmou que Thiago passou a apresentar noites mais tranquilas.
No campo da aprendizagem, Edna destacou que o filho estava em processo inicial de alfabetização, reconhecendo sílabas e iniciando a junção delas. Com a continuidade das sessões, ela observou evolução nesse aspecto, relatando que Thiago passou a ler frases e pequenos textos.
Edna considera os avanços significativos dentro do contexto do desenvolvimento do filho e afirmou que segue acompanhando o tratamento. Ela também mencionou a expectativa de que outras famílias possam ter acesso a alternativas terapêuticas que contribuam para o desenvolvimento de crianças com diagnósticos semelhantes.
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🔗 Fonte: Projeto Travessia
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