Kelly, relatou a experiência vivida com o início do acompanhamento da terapia REAC de seu filho, Israel Marinho, diagnosticado com autismo nível 2 de suporte. Segundo ela, a rotina da família passou por mudanças significativas após o início do tratamento, especialmente no comportamento e no desenvolvimento da criança.

De acordo com Kelly, antes do acompanhamento, Israel apresentava dificuldades de socialização, não interagindo com outras crianças. Com o avanço do processo terapêutico, ela observou que o filho passou a socializar, demonstrando maior abertura para interações e convivência com outras pessoas.

Outro ponto destacado foi a autonomia nas atividades diárias. Kelly relatou que, recentemente, Israel conseguiu, pela primeira vez, realizar uma refeição sozinho. Segundo ela, o filho expressou o desejo de jantar sem ajuda, algo que antes afirmava não conseguir fazer. A mãe destacou que, após concluir a atividade, a criança afirmou que era algo fácil, o que representou um marco importante dentro do contexto familiar.

Kelly também explicou que, anteriormente, a alimentação do filho demandava um tempo considerável de sua rotina, chegando a ocupar mais de uma hora do seu dia para conseguir concluir a refeição. Com a evolução apresentada após o início da terapia, esse processo passou a ocorrer de forma mais independente.

Além disso, ela observou avanços na comunicação e no comportamento de Israel. Segundo o relato, houve melhora na fala e na forma de agir, destacando que o filho apresentava comportamento impulsivo, mas atualmente demonstra maior capacidade de escuta e compreensão.
Ao final, Kelly expressou agradecimento ao vice-prefeito Wilsin Madeiro, mencionado por ela como responsável por levar o projeto terapêutico à comunidade. Segundo a mãe, a iniciativa atendeu a uma necessidade existente, contribuindo para o desenvolvimento de seu filho e oferecendo suporte à família.
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🔗 Fonte: Projeto Travessia
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